quinta-feira, 21 de julho de 2016

terça-feira, 19 de julho de 2016

CONCURSO DOCENTE NA UNILAB

http://www.unilab.edu.br/wp-content/uploads/2016/07/Edital-72.2016-Instituto-de-Humanidades-e-Letras-SFC-V%C3%A1rios-Setores-1.pdf

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Comemoração do 41º Aniversário de Independência de São Tomé e Príncipe acontece a partir desta segunda-feira (11)

http://www.unilab.edu.br/noticias/2016/07/07/comemoracao-do-41o-aniversario-de-independencia-de-sao-tome-e-principe-acontece-a-partir-desta-segunda-feira-11/

A República Democrática de São Tomé e Príncipe teve sua autonomia em 12 de julho de 1975. Tornou-se independente sob a bandeira do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), após 490 anos sob domínio português. A partir de hoje, segunda-feira (11), a Unilab comemora o 41º aniversário de Independência de São Tomé e Príncipe, sob a temática “Tela Non Cloçon Non” (Nossa terra, nosso coração). O evento conta com atividades científicas, artísticas e culturais em Redenção e no Maciço de Baturité/CE.
Programação
Como abertura comemorativa, dia 11, a Exposição Fotográfica “Lá em São Tomé e Príncipe” vai apresentar as paisagens, trajes típicos, gastronomia, locais históricos e também fatos da vida cotidiana das ilhas que compõem estes países, a partir das 18 horas, no pátio do Campus da Liberdade.
O evento conta com duas palestras no Auditório do Bloco Didático do Campus da Liberdade, que serão ministradas pelo professor Gerhard Seibert, convidado da Unilab de São Francisco do Conde/BA. A primeira, “Luta pela independência e Descolonização”, acontece na segunda-feira (11) a partir das 19h30 e a segunda, “Desenvolvimento político e econômico no período pós-colonial”, acontece na terça-feira (12), às 9 horas. Além das palestras, haverá uma Mostra de Documentário sobre a história de São Tomé e Príncipe.
Na terça-feira (12), a programação com atividades culturais envolve o grupo de danças tradicionais de São Tomé e Príncipe, com apresentação de Puíta, a Ussúa, a Deixa, o Bulauê e o Betôdo, desfile de trajes tradicionais do cotidiano santomense, amostra gastronômica típica, músicas do grupo A.Se.Front, Dimas Teixeira “Kapivara” com os Mozangola e “Bomu Kélé” do grupo Os Calema, além do grupo de teatro e recital de poemas e mostra audiovisual, apresentação de trabalhos, fotos e vídeos.
As atividades da quarta-feira (13) envolvem a Mostra Audiovisual que apresenta documentários retratando o cotidiano de São Tomé e Príncipe e a Mostra Científica com o tema “Um olhar sobre os 41 anos de Independência de São Tomé e Príncipe: Desafios e perspectivas”.
Como proposta de atividade pré-Festival das Culturas da Unilab, dia 17, a mostra de atividades culturais e exposição de fotos dos países de São Tomé e Príncipe leva a cultura e a arte típica das ilhas ao Maciço de Baturité/CE.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

CONCURSO NA UFABC





ÁREA: Relações Étnico-Raciais
Subáreas: 
1. Desigualdades de Raça, Gênero e Renda; 
2. Relações Étnico-Raciais e Políticas Públicas;
3. Diáspora Negra, Direitos Humanos e Racismo;
4. Dinâmicas Socioterritoriais e Relações Étnico-Raciais.
- Quatro (4) vagas para Professor Adjunto A, Nível I
- Uma (1) vaga reservada para candidato(a) negro(a) conforme Lei 12.990/2014
- inscrições a partir de 4 de julho até 5 de setembro

EDITAL No. 145 de 21/06/2016

Divulgação  pelo site: http://www.ufabc.edu.br

Link para o edital: 
http://www.ufabc.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=index.php?option=com_content&view=article&id=4319

quinta-feira, 16 de junho de 2016

DEBATE NA UNILAB

http://www.unilab.edu.br/noticias/2016/06/16/palestra-sobre-os-40-anos-de-independencia-da-angola-acontece-nesta-sexta-feira-17-no-campus-dos-males/

DEBATE NA UNILAB - Campus dos Malês



Encontro dos Grupos de Pesquisa
História da África e da Diáspora Africana nas Américas
e
Representações e Práticas Históricas das Ilhas Lusófonas na África e na Baía de todos os Santos-BA
    
      Juvenal de Carvalho
Professor de História da África da UFRB
“Angola, 40 anos de independência: os desafios da construção de uma nação”.    

Dia 17 de junho de 2016, às 14:30
Local: Auditório do Campus dos Malês
           UNILAB - São Francisco do Conde

terça-feira, 14 de junho de 2016

Evento da Casa das Africas

Divulgado convite da Casa das Africas
em mensagem enviada por Denise Barros

Boa tarde

O Núcleo Amanar da Casa das Africas convida a todos e todas para seu próximo evento. Veja convite em anexo.

Circulo Áfricas: contribuição intelectual de pesquisadores e artistas africanos no Brasil

Dia: 20/06  segunda-feira, às 19h

Local: Biblioteca Mário de Andrade - Sala Branca

Criado pelo Núcleo Amanar da Casa das Áfricas, coletivo voltado para a pesquisa, formação e de promoção de atividades culturais e artísticas relacionadas ao continente africano, o projeto tem como objetivo colocar o público interessado em contato com estudiosos e artistas africanos residentes no Brasil, prioritariamente ligados às universidades e instituições localizadas no Estado de São Paulo, contribuindo na disseminação dessa produção cultural.

O tema do próximo encontro na Biblioteca Mario de Andrade, São Paulo/SP, será “Protagonismo de mulheres africanas na cidade de São Paulo", com a convidada Nadia Ferreira.

O Círculo Africas recebe apoio do Projeto Metuia/USP e  íntegra o Programa Áfricas em sintonia: debates contemporâneos, envolvendo palestras, cursos e exposições que objetivam a disseminação de conhecimentos enraizados sobre África.

Equipe do coletivo Amanar Casa das Africas

sábado, 4 de junho de 2016

Exposição sobre cultura Afroperuana

http://www.memorial.org.br/2016/05/no-mes-da-cultura-afroperuana-exposicao-fotografica-afroperu-entra-em-cartaz/

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O dia da África

Veja matéria do portalangop, direto de Luanda

Resultado de imagem para União Africana


Hoje é dia do Continente Africano

Luanda - O "continente negro" celebra hoje, 25 de Maio, 53 anos desde a criação, em Addis Abeba (Etiópia), da então Organização de Unidade Africana (OUA), em carta assinada por 32 estados africanos já independentes na altura.


Matéria completa no link abaixo 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

CONVERSANDO COM A SUA HISTÓRIA: MAHFOUZ AG ADNANE

A Fundação Pedro Calmon, Secretaria de Cultura da Bahia,  promoveu mais uma edição do projeto Conversando com sua História  desta vez dentro da programação especial dedicada ao mês da África. 
Na programação  está a exposição Viagem a Timbuktu,  com fotos de  Edmond Fortier,  exibição  comentada de filmes  e o programa Conversando com sua História que trouxe na primeira sessão o historiador baiano Paulo Moraes Farias.

A segunda sessão, realizada no dia 11 de maio, foi com o historiador Mahfouz Ag Adnane que atualmente faz doutorado em História aqui no Brasil,  na PUC-SP. Mahfouz  é  um Kel Tamacheque, africano de uma região pouco conhecida,  e pouco falada aqui no Brasil,  onde  acabamos concentrando todas as nossas atenções nas regiões de origem mais  direta  dos nossos antepassados.

Em sua conferência, Mahfouz  tratou dos "festivais e encontros intercomunitários no Saara" que é  o  seu  tema  de estudo doutoral. Começou explicando  a origem colonial  do nome "Tuaregue",  afirmando que o povo em questão se denomina Kel Tamacheque. Seguiu apresentando mapas para situar  a platéia sobre a localização desse povo. 

Explorou a questão da  diversidade cultural dos habitantes da cidade de Timbuktu,  grande centro de conhecimento em todas as áreas até a  invasão Marroquina em 1591. Tratou também da presença islâmica e do  apogeu da cidade para o que o  comércio de sal e do ouro tiveram papel decisivo. 
Dedicou especial atenção à resistência dos  habitantes de Timbuktu, como os Kel Tamacheque e os Songhai, contra a  invasão marroquina e a opressão que se abateu sobre os sábios da cidade. Mahfouz discutiu as diferenças entre  grupos,  confrarias islâmicas  e criticou a visão monolítica dos que se consideram único porta voz  do Islão. 

A riqueza de  Timbuktu despertou a cobiça europeia e várias  expedições foram enviadas para tentar chegar a cidade. Daí  Mahfouz discutiu  as iniciativas de invasão colonial já no século XIX e XX e toda resistência contra tais ações.  
É  nesse contexto de resistência que Mahfouz  aborda as revoltas  Kel Tamacheque  na segunda metade do seculo XX até os dias atuais e , particularmente,  o papel dos artistas e dos festivais intercomunitários nesta luta política e cultural contra a  colonização e a sua herança nos Estados independentes que conservam, entre outras coisas, as fronteiras coloniais. As práticas  culturais Kel Tamacheque questionam essas  limitações  e reafirmam a sua identidade e sua ancestralidade. 

A conferência de Mahfouz foi um momento muito especial.  Foi uma aula sobre uma região e um povo que não é estudado por aqui.  Assim ajuda a romper com a visão de pensar a África restrita às regiões onde pessoas foram sequestradas  e enviadas para serem escravizadas no Brasil. 


CONVERSANDO COM A SUA HISTÓRIA: PAULO MORAES FARIAS

O mês da África promovido pela Fundação Pedro Calmon, da Secretaria de Cultura do Estado da  Bahia, fez, no dia 09 de maio, uma sessão do Conversando com sua História  com  o  Historiador Paulo Fernando Moraes Farias. O professor Paulo é baiano.  Saiu  daqui em 1964. Trabalhou na África Ocidental. Depois  foi  para a Inglaterra onde  hoje  integra o  departamento de estudos africanos  da Universidade de Birmingham.

Conectividades entre as  Histórias regionais da África Ocidental foi  o tema da conferência que começou explicando como ele desenvolveu o interesse pela História da África. Sua origem  de esquerda fez questionar o papel atribuído aos africanos na formação do Brasil. 

Em 1964 já  tinha acertado  ida para Gana como parte  do convênio entre o Centro de Estudos Afro Orientais (CEAO) e várias universidades africanas. O Golpe o fez sair  preocupado com a própria segurança.  O convite da  universidade de Gana era uma  carta na manga.

O professor Paulo descreveu o Instituto de estudos Africanos da universidade de Gana como um  centro de estudos estimulante,  universalista,  pluralista e desafiador, integrando professores de todos os cantos do mundo. Foi para lá como estudante de pós graduação.  Como professor foi  atuar depois na Universidade de Dakar.

A experiência em Gana  ajudou a definir o que queria fazer em termos de História da África.  Afirma que: "A tendência natural de um brasileiro era querer estudar aquelas partes do continente que tem relação direta com o Brasil".  Começou a pensar em trabalhar com um tema fora desta linha mas que merece ser estudado, porque a África deve ser estudada como um todo. Foi assim que chegou ao Movimento Almorávida,  grande  império que durou quase um século.  Iniciado na África ocidental,  se expandiu  até  a Espanha e  Portugal.  Destaca isso para chamar atenção de que era um movimento africano interferindo na história europeia e na vida do Oriente médio. Um sentido oposto ao que estamos habituados a pensar. O processo de inserção da África não pode ser visto apenas como  penetração.  Os africanos estavam num  papel  ativo.  Exemplo disso foi  o  movimento Almorávida.
  
Na África há uma tradição das pessoas se deslocarem,  existe muito contato entre os povos. Daí a reflexão sobre as experiência de contatos, as "conectividades" conforme as suas palavras. Focalizou a região do Vale do Níger que é um grande canal de comunicação, importante rota de comércio e de ligação entre diferentes povos. O professor Paulo lembra que Diásporas  comerciais  são temas de  pesquisa bem estabelecimento mas que a tendência de estudar casos particulares mascara o panorama maior dos contatos e conexões.

Toda a conferência, magistral diga-se de passagem, foi regada por uma farta demonstração das possibilidades temáticas e da diversidades de fontes  para o estudo da História da África Ocidental. O desafio está lançado.


sábado, 30 de abril de 2016

DEFESA DE MESTRADO EM HISTÓRIA NA UFRB

Ocorreu nesta sexta-feira, 29.04.16, a defesa da dissertação de mestrado de Átila Rodrigues, aluno da primeira turma do mestrado profissional em História da África e da Diáspora africana e dos povos Indígenas da UFRB.

Átila produziu uma dissertação analisando como os jornais A tarde e Diário de Notícias retrataram a Costa do Ouro entre 1951 e 1957. A preocupação inicial era examinar as representações construídas por esses jornais sobre o processo de luta pela independência política liderado por Kwame Krumah. Ao final do trabalho foi possível observar que os jornais fizeram uma cobertura significativa motivada pelos interesses econômicos baianos que viam com preocupação a concorrência dos produtores africanos.

O trabalho foi examinado e aprovado por uma banca composta pelo professor Dr. Kabengele Munanga, Dr. Acácio Almeida e pelo orientador, Juvenal de carvalho.






Dia da África em Salvador

http://www.fpc.ba.gov.br/2016/04/353/MesDaAfrica-Exposicao-de-fotos-de-Edmond-Fortier-chega-a-Salvador-com-debates-e-documentario-na-Biblioteca-Publica.html

sexta-feira, 22 de abril de 2016

CONCURSO PARA PROFESSOR DE GEOGRAFIA DA ÁFRICA


Divulgando!!!!

Estão abertas as inscrições do Concurso Público de Provas e Títulos na Área de Geografia da África para a docência na Licenciatura Interdisciplinar em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Período de inscrição: 08 de abril de 2016 a 06 de maio de 2016.

Requisitos: Graduação em Geografia e Doutorado em Qualquer Área ou Graduação em Qualquer Área e Doutorado em Geografia.

As informações sobre o concurso podem ser obtidas no Edital nº 80/2016 – PROEN
http://portais.ufma.br/PortalUfma/paginas/editais/edital.jsf?id=11139